os momentos despendidos aqui são de reconciliação com a vida
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
-Diálogo entre as faltas ocidentais e a sabedoria oriental-
-Tal-San, where is the TAO?
- Don't worry,
all the
TAO
is in your
quintal.
- Don't worry,
all the
TAO
is in your
quintal.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
para as memórias de quem nada
penso:
sê um ser
com a arrebentação.
de nada adianta
sacudir o timão
pra lá
pra cá
degladiar-se
com água
pra todo lado.
sê um ser
com a arrebatação
que a vida,
em ondas,
traz à nossos corpos
sem prévio aviso.
quem se opõe
arrasta mundos,
e esse é um peso
indiscutível.
sê um ser.
pois mesmo
sem remos,
molhado
há um sorriso.
sê um ser
com a arrebentação.
de nada adianta
sacudir o timão
pra lá
pra cá
degladiar-se
com água
pra todo lado.
sê um ser
com a arrebatação
que a vida,
em ondas,
traz à nossos corpos
sem prévio aviso.
quem se opõe
arrasta mundos,
e esse é um peso
indiscutível.
sê um ser.
pois mesmo
sem remos,
molhado
há um sorriso.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Canto de agradecimento aos recentes comentários no blog
Vejamos bem:
quando nasce um poema é como se nascesse sopro.
sopro que esvoaça a pluma da esperança
e a tira do estático
e a faz dançar
dançar com todas as sutilezas que só uma pena pode ter.
mas parto nunca foi coisa simples
por isso arranca de nossas bocas sorrisos,
e das cabeças, mais esperanças para serem sopradas.
para ascender vela basta uma pequena chama; depois de acesa
é só brincar de espalhar cera pela vida.
Obrigado pelas faíscas,
eu que agradeço.
Beijos ou abraços,
Bruschi.
quando nasce um poema é como se nascesse sopro.
sopro que esvoaça a pluma da esperança
e a tira do estático
e a faz dançar
dançar com todas as sutilezas que só uma pena pode ter.
mas parto nunca foi coisa simples
por isso arranca de nossas bocas sorrisos,
e das cabeças, mais esperanças para serem sopradas.
para ascender vela basta uma pequena chama; depois de acesa
é só brincar de espalhar cera pela vida.
Obrigado pelas faíscas,
eu que agradeço.
Beijos ou abraços,
Bruschi.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
"Tempo, te dou memória de ti mesmo
pela mão do meu ser. Eu te dou tempo,
esta a tua verdade, eu que te invento
e te permito doer - e tu me mordes
e degradas o sol das minhas pálpebras
e me instigas feiuras escondidas
e esgarças a espessura do meu sono,
mas me vingo de ti, e quase te amo
porque nunca me gastas a esperança."
Thiago de Mello
pela mão do meu ser. Eu te dou tempo,
esta a tua verdade, eu que te invento
e te permito doer - e tu me mordes
e degradas o sol das minhas pálpebras
e me instigas feiuras escondidas
e esgarças a espessura do meu sono,
mas me vingo de ti, e quase te amo
porque nunca me gastas a esperança."
Thiago de Mello
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
NOVA POSTAGEM
novo nada tenho
todo sou arremedo interno
sem medo doquevinha doqueé doqueserá
intermezzo externo.
cada passo é eterno:
presente existe
passado sombra
futuro quem dirá.
cada qual com sua sacola
carrega o que pode; o sol de cada um brilha
giracantaereluz como um ponto
no ano-luz
que cala nas bocas errantes.
meu nome é adivinhação:
boa sorte.
todo sou arremedo interno
sem medo doquevinha doqueé doqueserá
intermezzo externo.
cada passo é eterno:
presente existe
passado sombra
futuro quem dirá.
cada qual com sua sacola
carrega o que pode; o sol de cada um brilha
giracantaereluz como um ponto
no ano-luz
que cala nas bocas errantes.
meu nome é adivinhação:
boa sorte.
Assinar:
Postagens (Atom)