os momentos despendidos aqui são de reconciliação com a vida
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Amor mais que imperfeito - Thiago de Mello
"Não do amor. De mim duvido.
Do jeito mais que imperfeito
que ainda tenho de amar.
Com freqüência reconheço
a minha mão escondida
dentro da mão que recebe
a rosa de amor que dou.
Me espiando o próprio olhar,
escondido atrás estou
dos olhos com que me vês.
Comigo mesmo reparto
o que pretende ser dádiva,
mas de mim não se desprende.
Por mais que me prolongue
no ser que me reparte,
de repente me sinto
dono da alegria
que estremece a pele
e faz nascer luas
no corpo que abraço.
Não do amor. De mim duvido
quando no centro mais claro
da ternura que te invento
engasto um gosto de preço.
Mesmo sabendo que o prêmio
do amor é apenas amar."
Do jeito mais que imperfeito
que ainda tenho de amar.
Com freqüência reconheço
a minha mão escondida
dentro da mão que recebe
a rosa de amor que dou.
Me espiando o próprio olhar,
escondido atrás estou
dos olhos com que me vês.
Comigo mesmo reparto
o que pretende ser dádiva,
mas de mim não se desprende.
Por mais que me prolongue
no ser que me reparte,
de repente me sinto
dono da alegria
que estremece a pele
e faz nascer luas
no corpo que abraço.
Não do amor. De mim duvido
quando no centro mais claro
da ternura que te invento
engasto um gosto de preço.
Mesmo sabendo que o prêmio
do amor é apenas amar."
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Thiago de Mello nosso de cada dia nos dai hoje tempo
"Tempo, te dou memória de ti mesmo
pela mão do meu ser. Eu te dou tempo,
esta a tua verdade, eu que te invento
e te permito doer - e tu me mordes
e degradas o sol das minhas pálpebras
e me instigas feiuras escondidas
e esgarças a espessura do meu sono,
mas me vingo de ti, e quase te amo
porque nunca me gastas a esperança."
pela mão do meu ser. Eu te dou tempo,
esta a tua verdade, eu que te invento
e te permito doer - e tu me mordes
e degradas o sol das minhas pálpebras
e me instigas feiuras escondidas
e esgarças a espessura do meu sono,
mas me vingo de ti, e quase te amo
porque nunca me gastas a esperança."
domingo, 14 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
depois da larica italiana
percebo como massa é animal.
bagatela de farinha às 4 da matina.
saúde sem dúvida.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Resposta para estrela cadente
Uma estrela cadente passa e faz-me cantar.
Cantar a escuridão de um céu finito.
Para ela não tenho nenhum pedido,
Só estou de leve agradecido
por fazer meu um sorriso mais bonito.
Cantar a escuridão de um céu finito.
Para ela não tenho nenhum pedido,
Só estou de leve agradecido
por fazer meu um sorriso mais bonito.
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